Lemarx - Convida: Formação Histórica Parte II - O 18 De Brumario




"O Laboratório de Estudos e Pesquisas Marxistas (LEMARX) convida estudantes, professores, militantes e movimentos sociais para participar do estudo sobre a obra 18 Brumário, de Karl Marx. Trata-se da continuidade do estudo sobre a obra de Marx e Engels, agora em seus aspectos históricos, que o Lemarx está realizando com o objetivo de iniciar o debate sobre a obra mais importante do marxismo, O Capital. Mais informações consultar o cartaz em anexo e a página www.lemarx.faced.ufba.br".

Trio AMALÁ: Temporada de estréia‏

Gostaríamos de convidar a tod@s para assistir ao show deste nosso novo projeto musical (por favor, divulguem também!):

O QUÊ: TRIO AMALÁ

ONDE: Ponto de Partida, R. da Paciência, n. 263 (próximo à Farmácia Santana), Rio Vermelho

QUANDO: sextas-feiras 4,11 e 18 sempre às 21h.

COUVERT: R$10

O Trio Amalá é um grupo instrumental (contrabaixo acústico, violão, violino),que se propõe trabalhar desde o repertório clássico da MPB, passeando também pelo samba e outros gêneros como o chorinho e outros clássicos de compositores da região Nordeste à música instrumental contemporânea brasileira, incluindo composições próprias. A voz no entanto, pode também fazer parte deste prato musical oferecido pelo grupo.

O nome AMALÁ tem dois importantes significados para este trabalho:

é o nome do prato sagrado do orixá rei da justiça, do raio e do trovão – Xangô, cuja cor é o vermelho;

AMALÁ representa também o conjunto das iniciais dos nomes das pessoas integrantes do trio:

Ângelo Santiago: contrabaixo acústico

MAurício Lourenço: violão e voz

LAilaRosa: violino e voz

O trio é formado por dois músicos baianos e uma musicista pernambucana que se encontraram na Soterópolis e se uniram a partir do desejo de fazer música e compartilhá-la com as pessoas.

Negros

Se você tem interesse nas questões ambientais... dê uma olhadinha!!!

Edição N° 3143 - 09/09/2009 Circulação Nacional Gratuita

O ambientebrasil possui o maior conteúdo sobre meio ambiente da America Latina, veja aqui os temas principais:

Águas - Agropecuário - Biotecnologia - Ecoturismo - Educação - Energia - Estadual - Fauna - Florestal - Gestão - Índios - Mudanças Climáticas - Natural - Resíduos - SMS - UC's - Urbano.


NOTÍCIAS EXCLUSIVAS
- Audiência discute na Câmara inclusão do Cerrado e da Caatinga na Constituição
- Pesquisa conjunta entre Brasil e França avalia transferência de águas entre continente e oceano


Melhora perspectiva para acordo climático da ONU, diz De Boer;
UE corta verba para acordo sobre clima pós-Kyoto;
Reino Unido: clima exige ação de países em desenvolvimento;
Indústria japonesa critica plano de redução de CO2 do novo primeiro-ministro;
Comissões especiais do pré-sal devem ser instaladas até quinta-feira;
Empresários criticam modelo de partilha proposto pelo governo para exploração do pré-sal;
Agência da ONU aumenta previsão de uso de energia nuclear;
No sul do Amazonas, mais de 700 toras cortadas ilegalmente são apreendidas;
Ministro prevê fim do desmatamento causado pela pecuária na Amazônia;


Quer mais acesse www.ambientebrasil.com.br

Direitos Humanos


O Museu de Ciência e Tecnologia (MC&T) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) está com inscrições abertas para o 2° Concurso de Fotografia da Primavera, até dia 21 de setembro.

O concurso é uma das atividades da 3ª Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cultura (MinC), a ser realizada nos dias 25 e 26 de setembro.

As inscrições para o concurso são gratuitas e realizadas das 9h às 17h na sede do museu, no bairro do Imbuí, em Salvador. As 100 vagas ofertadas têm como público-alvo fotógrafos amadores nacionais e internacionais.

A ideia geral do concurso é refletir sobre o papel dos museus como espaços de valorização da diversidade cultural e do direito à memória, reconhecendo a cultura como um direito humano, expresso nos modos de vida, motivações, crenças religiosas, valores, práticas, rituais e identidades.

As imagens podem ser exploradas em quatro segmentos: diversidade cultural, memória, crenças religiosas e identidades.

De acordo com edital do processo seletivo, cada inscrito pode participar com até duas fotografias, inéditas e que podem ser produzidas em formato digital ou analógico, sendo obrigatória a apresentação dos registros originais.

"Estamos promovendo mais uma edição do concurso devido ao sucesso alcançado no ano passado. E agora inovando, com a exposição em painel eletrônico, o que torna o concurso um marco para o museu", explica Adriana Cunha, coordenadora do setor.

Além da exposição no museu, as fotografias estarão disponíveis virtualmente na internet apenas para visualização. Presencialmente, os visitantes interessados podem participar da votação.

O concurso integra a terceira edição da Primavera dos Museus, evento nacional que acontece em estação do ano que representa o “florescimento cultural” e integração entre os povos.

Também são destaques da programação da Primavera dos Museus exibição de vídeos e jogos de astronomia.

Sua última edição aconteceu em setembro de 2008, com a proposta de refletir acerca do papel do museu frente ao diálogo intercultural, abrangendo o pluralismo de idéias, desenvolvimento humano e respeito às diferenças.

Informações: MC&T - Tel.: (71) 3371-0107 (ramal 221).

Pesquisa e Sustentabilidade


O Campus IX, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Barreiras, vai lançar até novembro de 2009, o primeiro número da sua nova ferramenta de divulgação de pesquisa e extensão universitária: a Revista Agroambiental.

A revista, que inicialmente será publicada em versão eletrônica, foi idealizada pelo diretor do Departamento de Ciências Humanas (DCH) do campus, Joaquim Pedro Soares, e pelos coordenadores do Núcleo de Pesquisa e Extensão (Nupe), Fábio Cocozza e Cristiana Costa, e será aberta à participação de toda a comunidade acadêmica da universidade, que pode se cadastrar como autor no site da revista e enviar seus artigos científicos para seleção e publicação.

O objetivo, segundo Fábio Cocozza, é publicar o conhecimento científico produzido na UNEB sobre a área agroambiental, ocupando uma lacuna na disseminação das pesquisas da região.

“A Revista Agroambiental vai passar a ser o único veículo de comunicação científica do Oeste da Bahia. Iremos publicar os trabalhos produzidos sobre a região, focando em temas voltados para o desenvolvimento sustentável do Cerrado”, explica o Cocozza.

Além dos docentes da UNEB, o novo meio de comunicação conta com a colaboração - em seu corpo editorial - de professores-pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (Ufba), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Universidade Federal do Pará(Ufpa) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Impacto ambiental
No Campus IX da UNEB, o curso de Agronomia vem desenvolvendo inúmeros projetos com foco para a biodiversidade da região Oeste, assim como para uma melhor utilização dos recursos vegetais do Cerrado.

Algumas pesquisas se destacam, como o Levantamento da flora, com potencial apícola, da Serra do Mimo, que indica espécies vegetais que podem ser utilizadas por produtores locais de forma equilibrada.

Fábio Cocozza destaca também o laboratório de sementes, que vem estudando os processos germinativos de espécies nativas do Cerrado, para a produção de mudas que deverão ser usadas em atividades de regeneração de áreas degradadas.

“A ideia é divulgar e estimular projetos que minimizem o impacto ambiental decorrente da ocupação humana desordenada, buscando um desenvolvimento que não incorra na perda da biodiversidade”, pontua Cocozza.

A Revista Agroambiental integra o Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (Seer), do Instituto Brasileiro de Informação e Tecnologia (Ibict).

Na Bahia existem 37 revistas publicadas no formato Seer do Ibict, no entanto, com temas voltados para outras áreas. Ainda no estado, com temática semelhante à agroambiental, mas fora do formato da Seer, existe a revista Sitientibus: Série Ciências Biológicas, da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

Informações: Nupe/Campus IX - Tel.: (77) 3611-3950.

I Simpósio de História Regional e Local


O Programa de Pós-Graduação em História Regional e Local (PPGHIS), vinculado ao Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus V da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Santo Antônio de Jesus, realiza, de 26 a 30 de outubro, o I Simpósio de História Regional e Local.

As inscrições para apresentação de trabalhos estão abertas até o dia 15 de setembro. Os participantes devem enviar o resumo do trabalho para o e-mail mestrado.simposio@hotmail.com, atentando para os prazos e normas.

As comunicações devem contemplar eixos temáticos como Religião e religiosidade; Ensino de história e educação; Estudos de gênero e poder; Estudos de trajetórias de populações afro-brasileiras; Estudos sobre populações ameríndias; e Estudos sobre cidade, cotidiano e modernidade.

Já os interessados em participar das atividades na condição de ouvintes têm até o dia 23 de outubro para se inscrever.

A participação no simpósio implica em investimento de R$50 para profissionais e R$25 para estudantes que participarem como ouvintes. Aqueles que desejarem participar com apresentação de trabalhos vão investir R$60, profissionais, e R$ 35, estudantes.

As inscrições são realizadas exclusivamente pela internet, através página oficial do simpósio, onde consta a ficha de inscrição e a forma de pagamento.

De acordo com Ana Maria Carvalho, professora do PPGHIS e umas das coordenadoras do simpósio, o objetivo do evento é congregar historiadores da Bahia e de outros estados que desenvolvem pesquisas em história regional e local para partilhar suas experiências e aprofundar as discussões sobre a temática.

“É uma oportunidade para estabelecer um espaço de diálogo entre os historiadores da UNEB e de outras universidades, com o intuito de promover a troca de experiências que permite mapear e ampliar os estudos nessa área”, explica Ana Maria.

A programação do simpósio congrega minicursos, conferências, mesas-redondas, comunicações coordenadas e apresentações culturais, com participação de pesquisadores de diversos estados. Destaque para a participação do conferencista José Barros, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (Ufrrj).
Informações: PPGHIS/Campus V - Tel.: (75) 3631-3465.

Os Santos Negros

ARTIGO

Rosa Egipcíaca: Uma Santa Africana no Brasil(1)
Rosa Maria Egipcíaca da Vera Cruz é certamente a mulher negra africana do século XVIII, tanto em África como na diáspora afro-americana e no Brasil, sobre quem se dispõe mais detalhes documentais sobre sua vida, sonhos, escritos e paixão. É a primeira afro-brasileira a ter escrito um livro, do qual restaram algumas páginas manuscritas. Dos seus 46 anos de fantástica existência, viveu 20 anos no Rio de Janeiro, primeiro de 1725 a 1733, quando foi vendida para as Minas Gerais, lá permanecendo por 18 anos seguidos, retornando à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro em 1751 e aqui vivendo até 1763, quando é enviada presa para os Cárceres do Santo Ofício da Inquisição de Lisboa.
Foi considerada na época como "a maior santa do céu", a quem brancos, mulatos e negros, inclusive toda a família de seu ex-senhor e respeitáveis sacerdotes, adoravam de joelhos, beijando-lhe os pés, venerando suas relíquias, intitulando-a "a flor do Rio de Janeiro". Fundou o Recolhimento de Nossa Senhora do Parto, ocupado predominantemente por negras e mestiças, cuja capela, reformada, permanece até hoje no Centro desta cidade na rua da Assembléia. Melhor que ninguém, Rosa tipifica a riqueza e força do sincretismo religioso afro-católico-brasileiro. Todos os detalhes de sua vida encontram-se em três processos conservados na Torre do Tombo em Lisboa, divulgados no livro Rosa Egipcíaca: Uma Santa Africana no Brasil (Editora Bertrand, RJ, 1993, 750 páginas, Luiz Mott).
Para continuar lendo a respeito clique no arquivo em PDF Rosa Egipcíaca.pdf

Seppir abre inscrições para colóquio internacional sobre História e Cultura Negra

Estão abertas até 10 de setembro as inscrições para o Colóquio Internacional: O Ensino da História e Cultura da África e da Diáspora. A participação é aberta a pesquisadores do tema, que deverão apresentar um resumo de seus trabalhos para prévia seleção. O Colóquio será realizado de 9 a 13 de novembro, em Brasília, e resulta de parceria entre a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e o Centro de Artes e Civilização Negras e Africanas (CACNA), vinculado ao Ministério da Cultura, Turismo e Orientação Nacional da Nigéria.

O evento consistirá em conferências, mesas-redondas, apresentação de pôsteres de experiências, além de artigos. O público é estimado em 150 pessoas, entre educadores, pedagogos, antropólogos, cineastas, linguistas, literatos, sociólogos, pesquisadores em tradição oral, especialistas em história africana e da diáspora.

O objetivo do Colóquio é aprofundar a compreensão da história africana e seus descendentes, além de fomentar o intercâmbio acadêmico em torno de iniciativas pedagógicas. Os interessados em participar devem encaminhar pesquisas ou experiências didáticas em desenvolvimento ou concluída, mas que apresentem os resultados alcançados, sejam parciais ou conclusivos.
Resgate histórico - Esta é a segunda edição do Colóquio Internacional, realizado inicialmente em novembro de 2008, no Rio de Janeiro, como forma de contribuição para a integração dos países da África e da Diáspora - termo que define a população de origem africana que se dispersou por outros continentes a partir do tráfico de escravos.

Ao promover o Colóquio, o Governo brasileiro dá mais um passo para o cumprimento da Lei 10.639/03, que institui no currículo oficial da Rede Nacional de Ensino, a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. A iniciativa soma-se ainda a esforços mundiais para resgatar a história das populações de ascendência africana, ressaltando suas contribuições, não apenas demográfica, mas também sócio-política e cultural para a conjuntura histórica contemporânea.

Para mais informações clique aqui ou envie email para diaspora.africa@gmail.com

Fonte: Comunicação Social da SEPPIR /PR

Portal da Pesquisa

Você sabia? O governo brasileiro mantém um portal de acesso a diversos periódicos científicos nacionais e internacionais, GRATUITAMENTE. Através dele estudantes ou profissionais de diversas áreas podem fazer pesquisas e assim enriquecer os seus trabalhos, sejam eles acadêmicos ou apenas um trabalho escolar.

Por outro lado, muitas pessoas desconhecem a sua existência, e por conseqüência deixam de acessar uma importante ferramenta geradora de conhecimentos. Além disso, o custo da sua manutenção é alto, existindo a possibilidade de sua desativação.
Portanto, se faz necessário a sua divulgação, a fim de que esta fonte permaneça à disposição de todos.
O endereço do portal CAPES é: www.periodicos.capes.gov.br

Se preferir acesse outro endereço para incrementar as suas pesquisas. Uma biblioteca digital à sua disposição. Acesse: www.dominiopublico.gov.br

A Revolta dos Búzios e os Heróis da Pátria


A partir do Projeto de Lei 5819/2009, apresentado pelo Deputado Federal Luiz Alberto no último dia 20,Manuel Faustino, João de Deus, Lucas Dantas e Luís das Virgens podem ter os seus nomes registrados no Livro dos “Heróis da Pátria”, que se encontra em Brasília no Panteão da Liberdade e da Democracia. A iniciativa do Bloco Afro Olodum resultou no envio de ofício ao Ministro da Justiça, em reconhecimento à participação desses personagens como heróis e mártires da Revolta dos Búzios.

Ocorrida em 1798, A Revolta dos Búzios, conhecida ainda como Revolta dos Alfaiates, Revolta das Argolinhas, ou Conjuração Baiana, foi um movimento inspirado no ideário iluminista de liberdade e igualdade.

"Está para chegar o tempo feliz da nossa liberdade, tempo em que todos seremos irmãos, tempo em que todos seremos iguais”, dizia um panfleto do movimento.

Foto:Portal São Francisco.
Fonte:Notícia Capital.

Porto Seguro, Capital do Brasil



Após tramitação em regime de urgência na Câmara Federal, foi aprovado por unanimidade o Projeto de Lei 5000/09, da Deputada Federal Lídice da Mata, propondo a transferência simbólica da capital do país para Porto Seguro na Bahia, anualmente, sempre no dia 22 de abril.

A parlamentar entende que a medida irá fortalecer a região enquanto destino turístico, assim como a memória histórica no tocante ao surgimento do Brasil como Nação. A proposta envolve ainda a participação do Poder Executivo em nível federal, estadual e municipal.

Literatura de Cordel



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Abertas inscrições para concurso de monografias sobre cultura popular

Ministério da Cultura /IPHAN / Centro Nacional de Folclore e Cultura popular

Estão abertas até 31 de agosto as inscrições ao Concurso Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular edição 2009. Criado em 1959, o prêmio é concedido anualmente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Ministério da Cultura, por intermédio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, aos dois primeiros trabalhos selecionados por comissão julgadora, composta por especialistas, que poderá, a seu critério, indicar, ainda, até três menções honrosas.

Os valores do prêmio são de R$ 13 mil e R$ 10 mil, destinados às monografias classificadas em primeiro e segundo lugares, respectivamente. A concessão de menções honrosas não implica valores financeiros, sendo agraciadas exclusivamente com o título de destaque.

As monografias concorrentes deverão ser inéditas e ter por objeto temas da cultura popular e do folclore brasileiros (religião e sistemas de crenças em geral, rituais, cultura material, música, literatura oral, estudos sobre a disciplina folclore, entre outros). Cada autor só poderá concorrer com uma monografia.

Os trabalhos deverão ser entregues ao Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, (Rua do Catete, 179 – Catete, Rio de Janeiro – RJ, CEP 22.220-000), impreterivelmente até às 18 horas do dia 31 de agosto, ou remetidos pelo Correio, sob registro, até a data indicada, cujo carimbo de postagem servirá de comprovante para a observância do prazo.

Informações
Setor de Pesquisa

Tel: (21) 2285-0441, r. 214 e 215
e-mail: pesq.folclore@iphan.gov.br
Setor de Difusão Cultural
Tel.: (21) 2285-0441, r. 204, 205 e 206
e-mail: difusao.folclore@iphan.gov.br

Visite o nosso site no endereço www.cnfcp.gov.br

Fonte:Difusão Cultural CNFCP

Informe ANPUH - Agosto 2009

V Encontro do CEDAP

A ser realizado no período de 5 a 8 de outubro, na Faculdade de Ciências e Letras de Assis.
Para mais informações acesse o link:
http://www.assis.unesp.br/encontrocedap/index_padrao.php

II Fórum Agentes do Patrimônio

O seminário pretende discutir as experiências de municipalização na área de patrimônio cultural em curso no país. A idéia é congregar num mesmo evento os agentes que formulam e efetivam as políticas a nível municipal e os pesquisadores acadêmicos, dos diversos programas de pós-graduação em nosso país, para se realizar uma avaliação do processo de municipalização no Brasil, suas premissas, instrumentos utilizados, arranjos institucionais, resultados e possibilidades de financiamento.
Maiores informações em: www.forumpatrimonio.com.br/mestres.

Fonte:ANPUH - Associação Nacional de História
http://www.anpuh.org/

Exposições






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O Super acarajé da Liberdade

Ao longo dos anos, tem surgido em Salvador pessoas que se destacaram na arte de fazer e comercializar um bolinho famoso, o popular acarajé. Nesse sentido, uma reportagem do Correio desperta as atenções. A inovação marcou e transformou a vida de Dona Regivalda Linhares, conhecida popularmente como Dona Binha, na Ladeira de São Cristóvão, na Liberdade.

A idéia foi a de fazer uma iguaria gigante, a partir do desemprego do marido. Um acarajé de um quilo vendido ao preço de um tradicional. Ao todo são gastos cinquenta quilos de feijão para acarajés e abarás, treze litros de azeite para as massas, o vatapá, o caruru e o tacho. Seis quilos de camarão para rechear a iguaria, fora a porção que o tempero recebe, assim como uma caixa de tomate.

Além de conquistar a população que faz fila e chega cedo para adquirir o produto que é vendido à meia-noite devido ao processo de fabricação ser feito apenas por ela e a filha, conquistou também pessoas famosas como o cantor Edson Gomes e Márcio Vítor. Por trás de uma grade que a protege dos tempos difíceis a comerciante libera uma cota de apenas duas unidades por cabeça.

Quem aprecia a iguaria agora em tamanho familia, ou aqueles que desejam provar os sabores da Bahia pela primeira vez, desembolsando três reais poderão degustá-la.

Inauguração do Memorial das Baianas de Acarajé em Salvador

As baianas de Salvador dispõem agora de um espaço onde a trajetória deste Ofício poderá ser contemplada com todas as suas especificidades. A inauguração da nova sede em nove de junho caracteriza a manutenção do reconhecimento e da valorização de usos e costumes de matriz africana, ao lado do sexto volume do Dossiê Ofício de Baianas do Acarajé, lançado pelo Iphan e que, assim como em outras edições certamente traz informações indispensáveis para um conhecimento mais amplo acerca deste assunto.

Com o intuito de preservá-lo e dotá-lo de mecanismos que contemple e fortaleça tanto o seu lado histórico quanto o social, o Iphan e a Abam, Associação das Baianas de Acarajé, Mingaus e Receptivos, se uniram para viabilizar este projeto no Forte de Santo Antonio Além do Carmo. Vale lembrar, que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional registrou no Livro de Registro dos Saberes em 14 de janeiro de 2005, o Ofício das Baianas do Acarajé como patrimônio cultural brasileiro.

Registro do Cortejo e Festividade de Nossa Senhora da Boa Morte

A riqueza cultural da cidade de Cachoeira e a mobilização de alguns setores têm estimulado diversas ações por parte dos órgãos oficiais. Nesse sentido, o IPAC/SECULT deve anunciar no dia 25 de junho, período em que o Governo Estadual se instala em solo cachoeirano em comemoração às lutas pela Independência da Bahia, a notificação pública do inicio de um estudo que proporcionará a sustentabilidade do registro dessa manifestação popular tão significativa, como Patrimônio da Bahia. Além de um convênio entre IPAC/SECULT e UFRB, a fim de possibilitar a realização de Cursos de Educação Patrimonial destinados a 50 alunos da rede pública, orientados por 10 monitores da Universidade. Além disso, a ponte D. Pedro II pode abrigar uma exposição fotográfica sobre Cachoeira e São Félix.

Debatendo o Itinerário do Rio Paraguaçu

Há um movimento em ação para transformar o itinerário do Rio Paraguaçu em Patrimônio Cultural da Humanidade. É o que pretende a 7ª. Regional do Iphan, a partir de uma uma proposta apresentada em Salvador em janeiro deste ano à Maria Cecília Caldeiron, presidente da lista dos Itinerários Culturais da Organização das Nações Unidas Para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

De acordo com o órgão, o Roteiro Cultural é definido como os vários caminhos que, de alguma forma, influenciaram culturalmente cada região, a partir do contato diversificado dos costumes e tradições de cada localidade. O percurso contempla vários municípios, entre eles cidades históricas como São Félix, que aguarda a finalização de um estudo local para torná-la monumento nacional, Cachoeira, que desde 1971 é considerada patrimônio nacional, e Maragojipe.

O Iphan entende que, tal título pode transformar positivamente o olhar sobre a conservação patrimonial. Não é um processo simples, já que o seu rigor precedido de rituais faz com que a UNESCO rejeite alguns pedidos de tombamentos, sobretudo de cidades medievais e coloniais (como é o caso do Brasil), onde já foram descartadas cidades como Mariana (MG), e Parati (RJ). Entretanto, como a proposta envolve todo um Roteiro Cultural com especificidades significativas as chances são boas.

Os debates nos dias 15 e 16 de junho na cidade de Cachoeira, no Auditório da Universidade Federal do Recôncavo Baiano, definirão essa questão, onde, governo, especialistas e representantes da sociedade civil estarão reunidos. Proposto pela Secretaria Estadual de Cultura e apoiado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o evento gratuito e aberto ao público abrigará ainda a discussão sobre um programa de Formação de Gestores em Educação Patrimonial e Ambiental em Cachoeira e São Félix.